User experience

Estamos de volta! De Turim trouxémos uma mala cheia de novas experiências e trocas enriquecedoras de conhecimentos e saberes.

No entanto, não menosprezando o trabalho e importância dos envolvidos nesta conferência, é seguro afirmar que a UPA Europe 2008 não foi um exemplo extraordinário de palestras. Digamos que a europa tem ainda um longo caminho a percorrer para poder chegar ao nível internacional. As melhores palestras foram as ministradas por americanos, na sua maioria os co-fundadores da UPA ou membros do W3C.

Falou-se de user experience e de user centered design, falou-se de técnicas e meios para realizar testes de usabilidade, de novos programas, tecnologias, teorias, abordou-se, muito ao de leve, o tema da acessibilidade para as pessoas com algum tipo de limitação física, desvendou-se um pouco das novas WCAG 2.0 (web content accessibility guidelines), reviram-se alguns case studies de empresas grandes de sucesso, esboçaram-se novos projectos e, essencialmente, brincou-se muito com isto:

spotme

Esta “geringonça” com ar de consola de jogos foi a grande sensação da conferência. Todos os participantes tinham direito a um “Spotme”, um aparelho que sincroniza todos as pessoas registadas na Conferência, permitindo a visualização de alguns dos seus dados pessoais, a troca de cartões de visita,  o agendamento de encontros e reuniões, envio de sms, localização de pessoas (com radar preciso que mostra, em metros, a distância entre as pessoas) e ainda continha a agenda das conferências, bem como algumas das apresentações das mesmas.

Do nível do utilizador podemos adiantar que a experiência foi muito boa, o Spotme serviu como meio orientador de agenda e contactos, e ainda continha mapas de Turim e sugestões de restaurantes que, por sinal, eram muito bons. Na região do Piemonte come-se muito bem, não é por acaso que é conhecida como a capital de low food.

E, como se pode ver, a representar Portugal estavam duas pessoas: nós, da Designability!

Upa 2008

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Uma resposta

  1. welcome to the real world! Em Portugal fala-se de usabilidade como se fosse apenas mais um chavão técnico que se pode dominar pela rama. Como é que um evento destes pode passar despercebido aos portugueses? Costumo frequentar os encontros anuais da UPA Nos Estados Unidos porque reconheço que ali se encontra a colégio competente que mostra as tendências, que partilha saber. Eu vou para aprender e eles estão para ensinar. Também nas terras do Tio Sam o números de inscrições portuguesas são sempre duas, as da ANACOM. Pensava que a questão financeira era determinante contudo talvês não seja, o evento UPA Turim parece-me ser um bom exemplo do desinteresse dos designers portugueses pela usabilidade e pela acessibilidade. A Europa quer começar, é preciso que os portugueses mostrem que querem fazer parte deste “club”, seria óptimo que os designers e programadores portugueses marcassem presença neste evento. Estou segura de que em Portugal existe muito talento no anonimato e também estou segura que a UPA é a sede adequada para se fazer networking precioso. Parabéns por terem marcado presença e partilhar o que trouxeram de lá. Eu farei o mesmo com os resultados da UPA 2009.

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